segunda-feira, 27 de abril de 2009

Palavras Bíblicas (4)

Tudo bem, mas não confunda graça com ociosidade

GRAÇA – dádiva ou favor que, por liberalidade, se concede a alguém, geralmente mais necessitado ou inferior; mercê. É compreendido como o favor que se dispensa ou se recebe.

Nas Escrituras Sagradas é o favor ou o auxílio gratuito, outorgado por Deus, a aos homens que a ele, por si sós, não teriam nenhum direito pessoal, e que os eleva a uma destinação celestial.

Deve ser aceito como o favor ou o benefício concedido por Deus aos homens, manifestando-se como um auxílio sobrenatural que Deus concede a humanidade e que a torna capaz de viver segundo a vontade divina e, em Cristo, desfrutar e alcançar, não por méritos próprios, a salvação, as bênçãos de Deus, sua inspiração.

A graça também indica o estado de Jesus Cristo, que manifesta-se aos homens sem pecado, em completa pureza. Revela a bondade divina, que concede, deliberadamente e jamais por obrigação, favores aos homens. Representa a vontade de Deus, sua benevolência, sua estima, seu amor e seu cuidado para com os homens.

Biblicamente, GRAÇA indica uma ação benevolente de Deus para com a humanidade, eliminando, assim, qualquer merecimento ou mérito por parte dos seres humanos. Confunde-se, comumente, com a não-necessidade de ações ou de atitudes dos homens para com Deus.

Erroneamente, ensina-se que nossas obras são necessárias para se garantir a salvação. Isto não é verdade. Entretanto, Cristo exige atitudes e ações que expressem e que confirmem nossa conversão a Ele.

Não existe uma conversão a cristo apenas de lábios, pois as escrituras nos ensinam em Romanos 10.9,10 que - Se com a tua boca CONFESSARES ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação.

Assim, as Escrituras nos ensinam que o caminho da justiça se estabelece numa mudança de vida, onde o velho homem e transformado em um novo homem, as coisa velhas passaram e tudo se fez novo. Nossa confiança naquilo que Cristo realizou leva-nos a depender de suas orientações e ensinos para vivermos uma nova vida com Deus. Por causa disso, não se elimina as muitas conseqüências de nossos pecados e de nossos erros por meio do perdão, a não ser a consequência eterna deles sobre nós.

Em caso de um adultério, por exemplo, o perdão não eliminará o filho advindo deste ato. O perdão não indica que os filhos legítimos deixarão de sofrer com a situação em destaque. A confissão não eliminará ás responsabilidades e as necessárias conseqüências aplicadas ao infrator. Cargos podem ser retirados, famílias podem ser desestruturadas, a esposa pode perder a confiança no marido etc.

Uma mentira que levou pessoas a expressarem aquilo que sentiam em seus corações, pode ser confessada e perdoada, mas isto não apagará os danos causados quando, apoiado na mentira, viemos a agir fraudolosamente. A graça indica que mesmo sendo réu de morte, Deus, em Cristo Jesus, aceita nosso genuíno arrependimento e nos perdoa. Mas jamais isso significará que nada tenho de fazer, ou que conseqüências temporais não nos sobrevirão.

Afinal, encontra-se em Provérbios 28.13, a seguinte orientação: “O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as CONFESSA e DEIXA, alcançará misericórdia.” Já em Hebreus 12.6 está escrito: “Porque o Senhor CORRIGE o que ama, e AÇOITA a qualquer que recebe por filho. (by Pr. Jailson Queiroz Fagundes)

2 comentários:

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